os principais meios de comunicaçao:
Os principais meios de comunicação nas sociedades contemporâneas são: o jornal/revistas, a rádio, o cinema, a televisão e a internet.
O mais usual com a grande evolução das tecnologias é sem dúvida a
internet. Através da internet podemos aceder a variadissimas coisas em
questão de segundos. Nomeadamente, veiu facilitar-nos em pesquisas
fazendo-nos assim poupar tempo.
Os mass media têm um forte poder
sobre nós. Através de simples anúncios influenciam a sociedade na compra
de produtos; dos noticiários fragilizam acerca dos problemas do mundo;
da rádio a ouvirmos a música que mais vezes passa... No fundo, os mass
media incutem-nos pensamentos e actos que proporcionam através do seu
vasto império. Criam uma imagem e de certa forma nós seguimos essa
imagem.
nome: Arnõ telles!
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Meios de comunicação
Foi criada com o intuito de ser uma rede militar durante a guerra fria.
Evoluiu ao que conhecemos hoje, com todas as suas aplicações comerciais e
com a rapidez da comunicação. É a auto-estrada da informação. A
internet é um imenso conjunto de redes que se estende por todo o
planeta, passando por praticamente todos os países. Hoje a internet já
se tornou indispensável como ferramenta de trabalho. Surgiu em 1969 e
foi criada pelo Departamento de Defesa dos EUA como um projeto pioneiro
de constituição de uma rede capaz de sobreviver a ataques nucleares.
meios de comunicação
Rádio como Surgiu?
Estrutura
O rádio é um sistema de comunicação através de ondas eletromagnéticas propagadas no espaço. Que por serem de comprimento diferente são classificadas em ondas curtas de alta freqüência e ondas longas de baixa freqüência, assim, utilizadas para fins diversos.
Os sistemas de radiocomunicação normais são formados por dois componentes básicos:
Transmissor – composto por um gerador de oscilações, que converte a corrente elétrica em oscilações de uma determinada freqüência de rádio; um transdutor que converte a informação a ser transmitida em impulsos elétricos equivalentes a cada valor e um modulador, que controla as variações na intensidade de oscilação ou na freqüência da onda portadora, sendo efetuada em níveis baixo ou alto.Quando a amplitude da onda portadora varia segundo as variações da freqüência e da intensidade de um sinal sonoro, denomina-se modulação AM. Já quando a freqüência da onda portadora varia dentro de um nível estabelecido a um ritmo igual à freqüência de um sinal sonoro, denomina-se modulação FM;
Receptor – Tem como componentes principais: a antena para captar as ondas eletromagnéticas e convertê-las em oscilações elétricas; amplificadores que aumentam a intensidade dessas oscilações; equipamentos para desmodulação; um auto falante para converter os impulsos em ondas sonoras e na maior parte dos receptores osciladores para gerar ondas de radiofrequência que possam se misturar com as ondas recebidas.
História
Segundo alguns autores, a tecnologia de transmissão de som por ondas de rádio foi desenvolvida pelo italiano Guglielmo Marconi, no fim do século XIX, mas a Suprema Corte Americana concedeu a Nikola Tesla o mérito da criação do rádio, tendo em vista que Marconi usara 19 patentes de Tesla em seu projeto.
Na mesma época em 1893, no Brasil, o padre Roberto Landell de Moura também buscava resultados semelhantes, em experiências feitas em Porto Alegre, no bairro Medianeira, onde ficava sua paróquia. Ele fez as primeiras transmissões, no mundo, entre a Medianeira e o morro Santa Teresa.
As primeiras radioemissões
O início da história do rádio foi marcado pelas transmissões radiofónicas , sendo a transcepção utilizada quase na mesma época. Consideram alguns que a primeira transmissão radiofónica do mundo foi realizada em 1906, nos EUA por Lee de Forest experimentalmente para testar a válvula tríodo.
No Brasil a primeira transmissão foi realizada no centenário da Independência do Brasil, em 7 de setembro de 1922, em que o presidente Epitácio Pessoa, acompanhado pelos reis da Bélgica, Alberto I e Isabel, abriu a Exposição do Centenário no Rio de Janeiro. O discurso de abertura de Epitácio Pessoa foi transmitido para receptores instalados em Niterói, Petrópolis e São Paulo, através de uma antena instalada no Corcovado. No mesmo dia, à noite, a ópera O Guarani de Carlos Gomes foi transmitida do Teatro Municipal para alto-falantes instalados na exposição, assombrando a população ali presente. Era o começo da primeira estação de rádio do Brasil: a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro. Fundada por Roquette-Pinto a emissora foi doada ao governo em 1936 e existe até hoje, mas com o nome de Rádio MEC.
terça-feira, 2 de abril de 2013
a comunicação no ambiente escolar
a comunicação no ambiente escolar
O processo de comunicação exerce forte influência na sociedade. Desde os primórdios das civilizações, o homem tem feito uso de variadas técnicas de comunicação. A princípio eram os gestos e as pinturas nas paredes das cavernas. Após, com o passar dos tempos e mediante o surgimento das novas tecnologias, esse processo vem se intensificando a cada dia que passa. Com ele, os indivíduos são capazes de refletir, recriar e disseminar o que se torna importante socialmente tanto ao nível dos acontecimentos (processo de informação) como do imaginário (são os grandes contadores de estórias, atualmente, através de novelas, seriados).
Os meios de comunicação desempenham também um importante papel educativo, à medida constituem-se em processos eficientes de educação, porque ensinam de forma atraente, dinâmica e voluntária.
A escola necessita, pois, repensar urgentemente a sua relação com o processo de comunicação, ela precisa considerar a comunicação como parte fundamental para a melhoria dos processos de ensino e de aprendizagem, porque a sociedade atual, uma sociedade globalizada, pautada na informação e no conhecimento, em que é preciso aprender a aprender continuadamente, caracterizada pela velocidade na geração e distribuição de informações precisa estar conectada com o processo de comunicação, bem como com os meios de comunicação de massa, a fim de que se possa obter um processo educativo de qualidade, onde o aluno seja parte integrante de uma sociedade igualitária e democrática.
Levando-se em consideração as informações supra citadas, o presente estudo versará sobre a intensificação do processo de comunicação nas escolas, sobre o seu uso como ferramenta educacional, como forma de sistematizar as ideias no âmbito educativo, com vistas á instigação de atitudes que estimulem os professores e alunos para uma atuação mais dinâmica e participativa.
O interesse pela temática em questão constitui-se na busca da compreensão das relações que se estabelecem na interação dos itens educação e comunicação notadamente, tanto no que se refere à formação dos profissionais que trabalham nas instituições de ensino como na ação dos alunos, mediante o desenvolvimento de uma boa comunicação. Sendo necessário também, compreender quais os efeitos práticos no contexto educacional, considerando a dinâmica acelerada do desenvolvimento tecnológico e a sua influência na flexibilização do acesso ao conhecimento.
O processo de comunicação exerce forte influência na sociedade. Desde os primórdios das civilizações, o homem tem feito uso de variadas técnicas de comunicação. A princípio eram os gestos e as pinturas nas paredes das cavernas. Após, com o passar dos tempos e mediante o surgimento das novas tecnologias, esse processo vem se intensificando a cada dia que passa. Com ele, os indivíduos são capazes de refletir, recriar e disseminar o que se torna importante socialmente tanto ao nível dos acontecimentos (processo de informação) como do imaginário (são os grandes contadores de estórias, atualmente, através de novelas, seriados).
Os meios de comunicação desempenham também um importante papel educativo, à medida constituem-se em processos eficientes de educação, porque ensinam de forma atraente, dinâmica e voluntária.
A escola necessita, pois, repensar urgentemente a sua relação com o processo de comunicação, ela precisa considerar a comunicação como parte fundamental para a melhoria dos processos de ensino e de aprendizagem, porque a sociedade atual, uma sociedade globalizada, pautada na informação e no conhecimento, em que é preciso aprender a aprender continuadamente, caracterizada pela velocidade na geração e distribuição de informações precisa estar conectada com o processo de comunicação, bem como com os meios de comunicação de massa, a fim de que se possa obter um processo educativo de qualidade, onde o aluno seja parte integrante de uma sociedade igualitária e democrática.
Levando-se em consideração as informações supra citadas, o presente estudo versará sobre a intensificação do processo de comunicação nas escolas, sobre o seu uso como ferramenta educacional, como forma de sistematizar as ideias no âmbito educativo, com vistas á instigação de atitudes que estimulem os professores e alunos para uma atuação mais dinâmica e participativa.
O interesse pela temática em questão constitui-se na busca da compreensão das relações que se estabelecem na interação dos itens educação e comunicação notadamente, tanto no que se refere à formação dos profissionais que trabalham nas instituições de ensino como na ação dos alunos, mediante o desenvolvimento de uma boa comunicação. Sendo necessário também, compreender quais os efeitos práticos no contexto educacional, considerando a dinâmica acelerada do desenvolvimento tecnológico e a sua influência na flexibilização do acesso ao conhecimento.
A importÂncia do meio de comincaçao escolar
Os Meios de Comunicação exercem poderosa influência na nossa cultura.
Refletem, recriam e difundem o que se torna importante socialmente tanto ao
nível dos acontecimentos (processo de informação) como do imaginário (são os
grandes contadores de estórias, atualmente, através de novelas, seriados).
Os Meios de Comunicação desempenham também um importante papel
educativo, transformando-se, na prática, numa
segunda escola
, paralela à
convencional. Os Meios
são processos eficientes de educação informal
,
porque ensinam de forma atraente e voluntária – ninguém é obrigado, ao
contrário da escola, a observar, julgar e agir tanto individual como
coletivamente.
A escola precisa repensar urgentemente a sua relação com os Meios de
Comunicação, deixando de ignorá-los ou considerá-los inimigos. A escola
também não pode pensar em imitá-los, porque nos Meios predomina a função
lúdica, de entretenimento, não a de organização da compreensão do mundo e
das atitudes.
A comunicação no ambiente escolar
O autor discute a relação
entre escola e meios de comunicação, e
as várias formas que ela pode assumir de maneira
direta e inovadora. Propõe que a escola incorpore
os meios de comunicação como motivação,
conteúdo de ensino ou análise crítica.
Fornece também sugestões concretas de utilização dos meios de comunicação em sala de aula. "A escola precisa repensar urgentemente a sua relação com os Meios de Comunicação, deixando de ignorá-los ou considerá-los inimigos. A escola também não pode pensar em imitá-los, porque nos Meios predomina a função lúdica, de entretenimento, não a de organização da compreensão do mundo e das atitudes."
"A escola pode e precisa estabelecer pontes com os Meios de Comunicação. Pode utilizá-los como motivação do conteúdo de ensino, como ponto de partida mais dinâmico e interessante diante de um novo assunto a ser estudado. Podem os Meios apresentar o próprio conteúdo de ensino (...) bem como ser, eles próprios, objeto de análise, de conhecimento."
"Os Meios de Comunicação - o jornal, o rádio, a televisão, o cinema - podem ser utilizados como ponto de partida de um novo assunto, como pesquisa prévia para debates, como motivação, como estímulo."
"Os Meios podem ser utilizados também como conteúdo de ensino, como informação, como forma de passar conteúdos organizados, claros e seqüenciados, principalmente o vídeo instrucional, educativo o qual é útil para o professor, porque lhe dá a chance de completar as informações, de reforçar os dados passados pelo vídeo. Eles não eliminam o papel do professor; ao contrário, ajudam-no a desenvolver sua tarefa principal, que é a de obter uma visão de conjunto, educar para uma visão mais crítica."
"A escola precisa, enfim, no seu Projeto Educativo, considerar a questão dos Meios de Comunicação e da comunicação como parte integrante - e não marginal - do processo educativo integral do novo aluno-cidadão, visando construir uma sociedade realmente democrática."
Fornece também sugestões concretas de utilização dos meios de comunicação em sala de aula. "A escola precisa repensar urgentemente a sua relação com os Meios de Comunicação, deixando de ignorá-los ou considerá-los inimigos. A escola também não pode pensar em imitá-los, porque nos Meios predomina a função lúdica, de entretenimento, não a de organização da compreensão do mundo e das atitudes."
"A escola pode e precisa estabelecer pontes com os Meios de Comunicação. Pode utilizá-los como motivação do conteúdo de ensino, como ponto de partida mais dinâmico e interessante diante de um novo assunto a ser estudado. Podem os Meios apresentar o próprio conteúdo de ensino (...) bem como ser, eles próprios, objeto de análise, de conhecimento."
"Os Meios de Comunicação - o jornal, o rádio, a televisão, o cinema - podem ser utilizados como ponto de partida de um novo assunto, como pesquisa prévia para debates, como motivação, como estímulo."
"Os Meios podem ser utilizados também como conteúdo de ensino, como informação, como forma de passar conteúdos organizados, claros e seqüenciados, principalmente o vídeo instrucional, educativo o qual é útil para o professor, porque lhe dá a chance de completar as informações, de reforçar os dados passados pelo vídeo. Eles não eliminam o papel do professor; ao contrário, ajudam-no a desenvolver sua tarefa principal, que é a de obter uma visão de conjunto, educar para uma visão mais crítica."
"A escola precisa, enfim, no seu Projeto Educativo, considerar a questão dos Meios de Comunicação e da comunicação como parte integrante - e não marginal - do processo educativo integral do novo aluno-cidadão, visando construir uma sociedade realmente democrática."
Publicação:
Série Idéias n.9. São Paulo: FDE, 1994
Páginas: 21-28
Para mais informações clique em AJUDA no menu.
Páginas: 21-28
Para mais informações clique em AJUDA no menu.
fonte:http://www.crmariocovas.sp.gov.br
nome: Maycon
comunicação no ambiente escolar
Escola limpa, bem conservada e equipada, com espaços adequados, equipe
comprometida e comunidade atuante em seu cotidiano. Todos esses fatores
são parte do que se entende por uma boa escola. O que nem sempre fica
claro entre os integrantes da equipe, porém, é o objetivo primordial de
buscar um ambiente como esse: oferecer condições para que as crianças,
de fato, aprendam. Para que a gestão escolar seja bem-sucedida, cada
medida tomada deve considerar esse preceito, funcionando como um
verdadeiro filtro para todas as ações.
A maneira como diretor, professores e funcionários enxergam os alunos é outro ponto que pode determinar o funcionamento do ambiente. "É muito comum vermos equipes que parecem lidar com ‘alunos invisíveis’, condenados a usar banheiros sujos, comer com o prato na mão, de quem se pode falar mal em sua frente, como se não estivessem lá”, afirma a consultora pedagógica do Centro de Documentação para a Ação Comunitária (Cedac), Maria Maura Barbosa. "O que existe é uma responsabilização do aluno (que é visto como quem depreda, é mal-educado) ou da comunidade (que é carente e violenta) pelas más condições da escola.”
O gestor é o responsável pela criação de um ambiente acolhedor, que viabilize o trabalho educacional, cumprindo o projeto pedagógico da escola. Mas é essencial que ele envolva equipe, pais e alunos em torno desse objetivo. "Todos os atores da comunidade escolar ensinam e aprendem. E os espaços e práticas atitudinais também educam”, diz Bianca Cristina Correa, especialista em gestão da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto.
Por isso, o diretor deve estar muito atento ao que se transmite "nas entrelinhas” dos processos e das relações interpessoais que se estabelecem na escola. Seu desafio é o de coordenar diferentes gestões - equipe, espaços, parcerias, recursos - para promover a aprendizagem das turmas. "As questões burocráticas e administrativas são apenas meios para concretizar as propostas pedagógicas”, diz Vitor Henriques Paro, professor titular da Faculdade de Educação da USP.
Nessa abordagem, o olhar do gestor se volta fundamentalmente para três eixos: a organização dos espaços da escola (não só o das salas de aula), a mobilização de uma equipe coesa (que trabalhe para alcançar uma proposta pedagógica definida) e o estabelecimento de um canal de comunicação com pais de alunos e a comunidade do entorno. Embora ninguém afirme que isso seja tarefa fácil, aplicar essa teoria no dia-a-dia talvez não transforme a instituição numa escola dos sonhos, mas certamente trará resultados positivos sob todos os aspectos.
FONTE:http://educarparacrescer.abril.com.br/gestao-escolar/ambiente-escolar-405729.shtml
NOME: Artur 1ºB
A maneira como diretor, professores e funcionários enxergam os alunos é outro ponto que pode determinar o funcionamento do ambiente. "É muito comum vermos equipes que parecem lidar com ‘alunos invisíveis’, condenados a usar banheiros sujos, comer com o prato na mão, de quem se pode falar mal em sua frente, como se não estivessem lá”, afirma a consultora pedagógica do Centro de Documentação para a Ação Comunitária (Cedac), Maria Maura Barbosa. "O que existe é uma responsabilização do aluno (que é visto como quem depreda, é mal-educado) ou da comunidade (que é carente e violenta) pelas más condições da escola.”
O gestor é o responsável pela criação de um ambiente acolhedor, que viabilize o trabalho educacional, cumprindo o projeto pedagógico da escola. Mas é essencial que ele envolva equipe, pais e alunos em torno desse objetivo. "Todos os atores da comunidade escolar ensinam e aprendem. E os espaços e práticas atitudinais também educam”, diz Bianca Cristina Correa, especialista em gestão da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto.
Por isso, o diretor deve estar muito atento ao que se transmite "nas entrelinhas” dos processos e das relações interpessoais que se estabelecem na escola. Seu desafio é o de coordenar diferentes gestões - equipe, espaços, parcerias, recursos - para promover a aprendizagem das turmas. "As questões burocráticas e administrativas são apenas meios para concretizar as propostas pedagógicas”, diz Vitor Henriques Paro, professor titular da Faculdade de Educação da USP.
Nessa abordagem, o olhar do gestor se volta fundamentalmente para três eixos: a organização dos espaços da escola (não só o das salas de aula), a mobilização de uma equipe coesa (que trabalhe para alcançar uma proposta pedagógica definida) e o estabelecimento de um canal de comunicação com pais de alunos e a comunidade do entorno. Embora ninguém afirme que isso seja tarefa fácil, aplicar essa teoria no dia-a-dia talvez não transforme a instituição numa escola dos sonhos, mas certamente trará resultados positivos sob todos os aspectos.
FONTE:http://educarparacrescer.abril.com.br/gestao-escolar/ambiente-escolar-405729.shtml
NOME: Artur 1ºB
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